"Ana Maria foi nadar
Procurou, achou um mar
Para então se acalmar
Do seu erro de amar
Neste mar não tinha ondas
Nem o sol, nem claridade.
Neste mar só tinha escombros
De saudade, que saudade!
Nele havia uma garrafa
com um bilhete caprichado
Que dizia: Ana Maria, quero
ser teu namorado.
Não havia assinatura
Nem símbolos, ou algo do tipo.
Mas havia um tal perfume
que já era conhecido.
Já sabia ela quem era
Só não era fácil de acreditar
O mar ama Ana Maria
e Ana Maria ama o mar.
"